Mostrando postagens com marcador Época. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Época. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de novembro de 2009

O Viagra Feminino

Capa

INFORMAÇÃO

Uma nova droga está em testes para combater a falta de desejo feminino. Ela funciona mesmo ou é apenas uma jogada da indústria farmacêutica?

Sexo, todo mundo sabe, é o grande barato do século XXI. Nunca se falou tanto do assunto, nunca ele foi considerado tão importante, nunca se gastou e se ganhou tanto dinheiro com isso. Basta olhar os números de crescimento populacional – em 2050 seremos 9 bilhões de pessoas neste pequeno planeta apertadinho – para perceber outra óbvia novidade: nunca se fez tanto sexo como se faz agora. Não obstante, uma parcela imensa da população humana parece estar à margem dessa festa. Algo como 1 bilhão de pessoas. Calcula-se que 30% das mulheres sofram de uma disfunção sexual chamada de Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH). Trata-se de uma doença descrita pela Organização Mundial da Saúde e pela Associação Americana de Psiquiatria...

Fonte: http://www.epoca.com.br





OPINIÃO

Eu tenho me impressionado com a quantidade de capas ligadas a comportamento (Saúde, Sexo, Beleza...) toda semana pelo menos uma das tres revistas de informação do país dá destaque a um desses assuntos. Nesta semana a Época aborda o Viagra feminino, a capa é bonita, sexy, está perfeitamente ligada ao tema, a abordagem é questionadora, será realmente uma droga que vai contribuir para o aumento do desejo e prazer da mulher, ou é mais uma mentira.

Quanto a remédios para estimular o desejo e o prazer, pra ser bem sincero, sou contra. Somos seres humanos, temos fases da vida, se não sentimos desejo e prazer no sexo, porque tomar remédio, não faça sexo se não tem vontade, sexo não é obrigação, tem que ser verdadeiro não artificial. Já imaginou se tudo que a gente não sentisse vontade de fazer houvesse um remédio, seriamos movidos a drogas. Se alguém não sente prazer no sexo, tudo bem, o que tem de mau nisso. A sociedade infelizmente vê o sexo como algo obrigatório, quem não faz por "N" motivos é anormal. Tenha paciência. Não tem coisa mais nojenta do que velho babão que não se aguenta , tomando viagra para ter ereção, é o cúmulo do absurdo.

sábado, 14 de novembro de 2009

Ainda falta uma luz

Capa

INFORMAÇÃO

Raios, políticos ruins e até hackers podem derrubar a força no país. Um pouco de planejamento, porém, a traria de volta mais rapidamente e reduziria prejuízos

O jovem que se identificava como Maycon, de 23 anos, animou-se com o que considerou um grande achado e correu a gabar-se num fórum na internet, na quinta-feira: havia encontrado uma brecha de segurança no website do Operador Nacional do Sistema, entidade que supervisiona o funcionamento da estrutura física de fornecimento de energia no Brasil.

As reações dos colegas de fórum de Maycon, pretensos hackers como ele, variaram entre a despeitada (“põe uma melancia na cabeça”), a cidadã (“liga para Brasília e avisa”) e a irônica (“clique aqui para paralisar a Usina de Itaipu”).

O bate-papo virtual não oferece pistas sobre a causa do blecaute de 10 de novembro, que deixou sem energia por quatro horas uma região que compreende um terço da população e produz 40% da riqueza do país. Ele evidencia, porém, uma das novas preocupações nascidas nesse episódio e possíveis problemas futuros. Tão importante quanto determinar a causa desse acidente é antever as causas dos próximos e saber como reagiremos ao problema, quando ele ocorrer de novo. (Ele vai. Falhas eventuais são inevitáveis em sistemas complexos como o de fornecimento de energia.)


Fonte: http://www.epoca.com.br



OPINIÃO

A Época traz na capa o assunto da vez, o apagão, como anda o sistema elétrico brasileiro. O que realmente aconteceu? vai acontecer de novo? como evitar? A revista aborda estes temas.

Um sistema tão grande e complexo como é o elétrico no Brasil, é óbvio que eventuais falhas podem vir a acontecer , ninguém está dizendo que tem que ser infalível. Não existe maquina, tecnologia que não de uma pane vez ou outra. Mas a questão que se discute é, porque não há um sistema que fique em stand by, para casos de emergência, de socorro.

Outra questão é, por que não se investe em novas formas de gerar energia, de forma sustentável e ecológica, além da hidoelétrica? Por que não se investe todo o recurso necessário e previsto no setor? Para onde está indo este dinheiro se não para o sistema elétrico?

Agora vem a senhora ministra Dilmam dizer que agora vão voltar a planejar as questões do setor. Por que só agora? Abre o olho ministra, se não sabe o que falar é melhor ficar quieta.

sábado, 7 de novembro de 2009

A tão sonhada aposentadoria

Capa

INFORMAÇÃO

No próximo dia 30 de dezembro, Orlando Mazzuli sairá da academia, como costuma fazer às quartas-feiras, e dirigirá até o trabalho. Entrará na empresa antes das 9 horas e, a caminho de sua sala, cumprimentará colegas, como Patrícia, Vanessa e Gisele. Horas depois, almoçará com Paulo, sua companhia habitual nas refeições. Trabalhará até perto das 19 horas, quando sairá do prédio e andará até sua vaga – pela última vez.

Ao deixar a mesa, Orlando deixará para trás também um modo de vida que seguiu nos últimos 45 anos, e que terminará junto com 2009. Ele vai se aposentar, e aqui começa outra história. Orlando tem um plano, que começou a ser colocado em prática nos anos 90 e avançará por 2010 e além. Como todo plano, o dele mistura um tanto de cálculo com outro tanto de torcida. Ele quer trabalhar menos, mas se manter ativo, como consultor. Aos 62 anos, com algumas dúvidas e muitas ideias, prestes a se aposentar, ele resume seu momento: “Dá um frio na barriga”...

Fonte: http://www.epoca.com.br



OPINIÃO

Esta semana as três revistas, Veja, Istoé e Época abordaram assuntos similares, carreira e profissão. A Época, em especial, fala sobre o fim, a aposentadoria. Como planejar uma vida tranquila após anos de trabalho, é isso que a revista traz para os leitores, como desde cedo encontrar o caminho para não se arrepender depois e chegar na terceira idade, na aposentadoria com tranquilidade, e viver o resto da vida sem dor de cabeça e falta de grana ou dificuldades. Nem tudo é tão fácil assim, infelizmente no Brasil nem todos contribuem co o INSS ou podem ter um plano de previdência privada, muito menos têm o hábito de poupar um dinheirinho pensando no futuro. Mas pra quem pode, a revista traz boas dicas.

sábado, 31 de outubro de 2009

O carro elétrico já chegou

Capa

INFORMAÇÃO

Dizem que um pesquisador desenvolveu um carro elétrico fantástico. O único problema era a autonomia. Depois de guiar alguns metros, o fio saía da tomada e o carro parava. É uma piada, claro. Ela vinha sendo contada havia dez anos pelo engenheiro carioca Jayme Buarque de Hollanda, diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética (Inee), em suas apresentações. Era uma forma de ele se defender da reação de descaso ou ironia quando argumentava que era preciso incentivar o desenvolvimento e a adoção de veículos elétricos em larga escala no país, como forma de reduzir a poluição ambiental e a dependência do petróleo.

Nos últimos meses, Jayme dispensou a brincadeira. Várias iniciativas de governos, montadoras e outras empresas mostram que, pela primeira vez na história, os carros movidos a bateria são uma alternativa real ao motor a combustão, que dominou a indústria por um século. “As crises são momentos apropriados para mudar o jogo”, diz Jayme. Dois fatores tornam este momento especial: a contribuição das emissões dos veículos para o aquecimento global e o abalo financeiro das montadoras americanas.

Nunca se falou tão sério sobre os carros elétricos. O brasileiro Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan, afirma que 10% dos veículos novos vendidos no mundo em 2020 serão movidos a bateria. A aliança já fez acordos com 19 governos federais e municipais para criar infraestrutura de abastecimento elétrico. No início do ano, fechou uma parceria com o Ministério de Indústria e Informação Tecnológica da China para desenvolver projetos de carros elétricos em 13 cidades do país...

Fonte:
http://www.epoca.com.br/




OPINIÃO

O carro elétrico já é uma realidade, é isso que a capa da Época destaca, depois de anos em desenvolvimento, o veículo movido a eletricidade e recarregável deixou de ser um protótipo e chega ao mercado. Em menos de 10 anos a previsão é que ele já dispute a preferência com os carros convencionais.

Espero que sejam carros acessiveis ao grande público, afinal se é para o bem do meio ambiente, a massa, o povo tem que ter direito a consumir um produto ecologicamente correto. Agora fica uma pergunta. O que será dos carros movidos a combustíveis poluentes?

sábado, 24 de outubro de 2009

Chega de Guerra!

Capa

INFORMAÇÃO

Depois de ter sido escolhido sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro viu desabar seu discurso de paz. A cidade do futuro, das oportunidades, da Copa do Mundo, aquela que sonha com a grande virada, virou manchete de guerra, no Brasil e no exterior. Pela primeira vez na história dos conflitos em favelas, traficantes derrubaram um helicóptero da PM: três policiais morreram carbonizados. Quase 40 pessoas foram mortas nas ruas. Ônibus foram queimados.

Na mesma semana, a PM, ocupada em vingar seus heróis, viu a cara podre de policiais corruptos. “Marginais, criminosos e vagabundos”, nas palavras duras do governador do Rio, Sérgio Cabral. Um capitão e um sargento foram flagrados por câmeras roubando um par de tênis e uma jaqueta vermelha, furtados por assaltantes. A vítima, o coordenador da ONG carioca AfroReggae, ainda agonizava dentro de um banco quando a patrulha passou. Os policiais liberaram os assaltantes e confiscaram o furto para uso próprio. As imagens da vergonha foram gravadas e exibidas.

O Brasil avança na área social, tem uma economia estável e ganha respeito internacional. Por que não tem o mesmo sucesso no combate à violência? O que se pode fazer já para pacificar o Rio? ÉPOCA fez um diagnóstico dos principais desafios, ouviu especialistas. Um artigo exclusivo de Hugo Acero, um dos responsáveis pela pacificação na Colômbia, alinhava soluções já conhecidas pelos governos federal e estadual.

Fonte: http://www.epoca.com.br/



OPINIÃO

Esta semana, diferentemente das últimas, quero dar os parabéns à revista Época, capa incrível, tanto do ponto de vista gráfico, quanto de conteúdo jornalístico. O temido caverão em meio ao caos, as chamas, um verdadeiro cenário de guerra.

O desabafo dos brasileiros na manchete: "Chega de Guerra". A Época fez o que precisava ser feito, esse é o papel da revista, ir além do que os jornaus diários foram, aprofundar, dar outro enfoque. Em busca das soluções para os problemas do Rio, especialistas falam o que poderia ser feito.

Exemplos de outros países que conseguiram superar a guerra civil, a violência, o crime. O Rio, depois de ter sido alçado ao posto de sede dos Jogos Olípicos de 2016 se vê chafurdado em lama na imprensa internacional. Temos que reverter essa situação, é papel do Estado a segurança pública, mas devemos fazer a nossa parte, não contribua para o crime, seja honesto, já vai ser um começo.